Trans Verso



BRASIL, Mulher, Portuguese, Cinema e vídeo, Arte e cultura, Livros, Viagem, Praia, Cachoeira, Trilha
MSN - mpoesia@hotmail.com
border=0
 
   Arquivos

     
    border=0
    Outros sites

     PERSONARE
     CLIMATEMPO
     SENTIDO
     GULODICE
     FABIANA BORGIA
     Veja o Mapa Astral do Dia
     UOL - O melhor conteúdo
     Elaine Bertone
    meu facebook
     Nany Pet Sitter - A babá do seu pet


    Votação
    Dê uma nota para meu blog



    border=0
     


    COMENTÁRIO QUE MERECE DESTAQUE!

    ledastrol@yahoo.com.br


    "Quando o médico , o engenheiro, o advogado, etc, não precisarem mais do diploma....vão ser todos  políticos, já que não precisa diploma pra ser político no Brasil."



    Escrito por Elaine Bertone às 19h45
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    O FIM DO DIPLOMA PARA JORNALISTA

     

    Faço minhas as palavras do meu colega blogueiro  LEANDRO FORTES

     

    O fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é uma derrota para a sociedade brasileira, não esta que discute alegremente conceitos de liberdade de expressão e acredita nas flores vencendo o canhão, mas outra, excluída da discussão sobre os valores e os defeitos da chamada "grande imprensa". São os milhões de brasileiros informados por esquemas regionais de imprensa, aí incluídos jornais, rádios, emissoras de TV e sites de muitas das capitais brasileiras, cujo único controle de qualidade nas redações era exercido pela necessidade do diploma e a vigilância nem sempre eficiente, mas necessária, dos sindicatos sobre o cumprimento desse requisito.
    Tenho ouvido, há anos, como continuei ouvindo, hoje, quando o STF decidiu por oito votos a um acabar com a obrigatoriedade do diploma, essa lengalenga interminável sobre os riscos que a liberdade de expressão sofria com a restrição legal a candidatos a jornalistas sem formação acadêmica específica. Esse discurso enviesado de paixão patronal, adulado aqui e ali por jornalistas dispostos a se sintonizar com os sempre citados países do Primeiro Mundo que não exigem diploma, gerou uma percepção falaciosa, para dizer o mínimo, de que para ser jornalista basta apenas ter jeito para a coisa, saber escrever, ser comunicativo ou, como citou um desses ministros do STF, "ter olho clínico". Foi baseado nesse amontoado de bobagens, dentro de uma anti-percepção da realidade do ofício, que se votou contra o diploma no Supremo.
    Conheço e respeito alguns (poucos) jornalistas, excelentes jornalistas, que sempre defenderam o fim do diploma, e não porque foram cooptados pelo patronato, mas por se fixarem em bons exemplos e na própria e bem sucedida experiência. São jornalistas de outros tempos, de outras redações, de outra e mais complexa realidade brasileira, mais rica, em vários sentidos, de substância política e social. Não é o que vivemos hoje. Não por acaso, e em tom de deboche calculado, o ministro Gilmar Mendes, que processa jornalistas que o criticam e crê numa imprensa controlada, comparou jornalistas a cozinheiros e costureiros ao declarar seu voto pelo fim da obrigatoriedade do diploma. É uma maneira marota de comemorar o fim da influência dos meios acadêmicos de esquerda, historicamente abrigados nas faculdades de jornalismo, na formação dos repórteres brasileiros.
    Sem precisar buscar jornalistas formados, os donos dos meios de comunicação terão uma farta pescaria em mar aberto. Muito da deficiência dessa discussão vem do fato de que ela foi feita sempre pelo olhar da mídia graúda, dos jornalões, dos barões da imprensa e de seus porta-vozes bem remunerados. Eu, que venho de redações pequenas e mal amanhadas da Bahia, fico imaginando como é que essa resolução vai repercutir nas redações dos pequenos jornais do interior do Brasil, estes já contaminados até a medula pelos poderes políticos locais. Arrisco um palpite: serão infestados por jagunços, capangas, cabos eleitorais e familiares.
    O fim da obrigatoriedade do diploma vai, também, potencializar um fenômeno que já provoca um estrago razoável na composição das redações dos grandes veículos de comunicação: a proliferação e a expansão desses cursinhos de trainee, fábricas de monstrinhos competitivos e doutrinados para fazer tudo-o-que-seu-mestre-mandar. Ao invés de termos viabilizado a melhoria dos cursos de jornalismo, de termos criado condições para que os grandes jornalistas brasileiros se animassem a dar aulas para os jovens aspirantes a repórteres, chegamos a esse abismo no fundo do qual se comemora uma derrota.
    De minha parte, acho uma pena.



    Escrito por Elaine Bertone às 12h00
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    O PRINCÍPIO DO VAZIO

     

     

    Por  Joseph Newton

    Tens o hábito de juntar objetos inúteis neste momento, crendo que um dia (não sabes quando) poderás precisar deles. Tens o hábito de juntar dinheiro só para não o gastar, pois pensas que no futuro poderá fazer falta.Tens o hábito de guardar roupa, brinquedos, sapatos, movéis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há bastante tempo. Tens o hábito de guardar o que sentes, broncas, ressentimentos, tristezas, medos, pessoas, etc. …E dentro de ti ?…

    Não faças isso! É anti-prosperidade. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem à tua vida. É preciso eliminar o que é inútil em ti e na tua vida, para que a prosperidade venha. É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que tu desejas. Enquanto estiveres material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam de circular…

    Limpa as gavetas, os armários, o teu quarto, a garagem. Dá o que tu já não usas. A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra a tua vida. Não são os objectos guardados que param a tua vida, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta,
    de carência. É acreditar que amanhã poderá faltar e tu não terás meios de prover às tuas necessidades. Com essa postura, tu estás a enviar duas mensagens para o teu cérebro e para a tua vida:
    1º… tu não confias no amanhã
    2º… tu crês que o novo e o melhor NÃO são para ti, já que te alegras com guardar coisas velhas e inúteis.



    Escrito por Elaine Bertone às 15h29
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
    border=0