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    MINHA VISITA AO CEU

     

    Por Elaine Bertone

     

    2009 é o Ano Internacional da Astronomia e aproveitando o fato de que hoje, 20 de julho, faz exatamente

    40 anos que o homem pisou pela primeira vez na Lua, quero escrever sobre a minha visita, neste fim de semana,

    ao CEU -Centro de Estudos do Universo, que fica em Brotas, interior do Estado de São Paulo. Conhecida pelas

    maravilhosas cachoeiras, trilhas e esportes radicais que a transformaram num centro de referência turística,

    Brotas é uma cidade bastante visitada, porém, poucas pessoas sabem da existência do CEU e do trabalho que lá se

    realiza.

    Quem já foi ao planetário em São Paulo, no Ibirapuera, sabe do que estou falando. O CEU, assim como o planetário

    deixam você mais pertinho das estrelas, dos planetas e de todo o cosmos e a razão disso é simples: esse centro de

    estudos astronômicos está equipado de vários telescópios em diferentes pontos do lugar, para que os visitantes

    tenham a chance de se revesar nas filas e possam observar alguns pontos estratégicos do espaço.

    Antes dessa experiência, porém, todos os visitantes têm acesso a duas apresentações  multimídia, cuja finalidade

    é informar e deixar a todos mais familiarizados com a posição dos planetas do nosso sistema solar, com as

    constelações -- que podem ser vistas no céu do Brasil, com a formação de uma estrela ou de nebulosas entre outras

    curiosidades...

    Eu tive a nítida impressão de estar viajando através de um foguete pelo espaço. Confesso que a sensação é muito

    estimulante e ouso dizer que os efeitos visuais do CEU, não deixam nada a desejar, se comparado ao show do planetário

    em São Paulo.

    Se por alguma razão o visitante não puder ter acesso ao telescópio, seja por causa de uma repentina formação de

    nuvens ou de um tempo nublado, a pessoa  recebe um cupom que lhe permite voltar, para fazer gratuitamente a

    observação numa outra oportunidade, haja vista que o cupom não tem data de validade.

     



    Escrito por Elaine Bertone às 21h27
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    A MORTE

    O ponto de reunião é no infinito...

    Por  Victor  Hugo

    A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra. Na morte o homem acaba, e a alma começa.

    Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto. Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?

    Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser. O que constitui o meu eu, irá além.

    O homem é um prisioneiro. O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro.

    Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz.

    Assim é o homem. O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade. Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?

    Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?

    A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo. É por demais pesado para esta Terra.

    O mundo luminoso é o mundo invisível. O mundo do luminoso é o que não vemos. Os nossos olhos carnais só vêem a noite.

    A morte é uma mudança de vestimenta. A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.

    Na morte o homem fica sendo imortal. A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo peso que faz nela.

    A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.

    As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz, aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.

    O ponto de reunião é no infinito.

    Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.

    Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.



    Escrito por Elaine Bertone às 01h06
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