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    PÃO, PEIXE E MILAGRE

     

    PÃO, PEIXE E MILAGRE

    POR ELAINE BERTONE

     

     

    A poesia
    quando não brota espontaneamente,
    irrompe com ímpeto indiscreto
    ou alastra-se sorrateiramente
    nos lamentos inquietos
    do poeta, do rebelde,
    ou descrente...
    cujo olhar insuspeito,
    revela o pesar, a alegria e o sentimento.
    A poesia cai com a noite e se levanta aos solavancos;
    faça sol ou faça chuva,
    a poesia germina,
    soluça, tropeça e caminha,
    é como fumaça
    ou erva-daninha,
    se descompassa,
    se desalinha,
    mas camufla-se sempre, 
    é sobrevivente dos caos
    e há quem a pense frágil.
    A poesia não se rende,
    não se esgota,
    multiplica-se nas palavras, pensamentos
    e emoções,
    é o linfo da eternidade,
    e quando é  fome,
    também é pão, peixe,
    e milagre!
     
    27.02.2013

     

     



    Escrito por Elaine Bertone às 01h12
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